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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A líbia de Kadafi que não se pode conhecer: A guerra do banco Rothchild.


Em 1951, antes de Kadafi libertar a Líbia de uma monarquia corrupta apoiada pelo governo dos Estados Unidos da América e Inglaterra, o país era o mais pobre do mundo.
Depois de quatro décadas de Kadafi, antes da invasão da Otan neste ano pela máquina de guerra dos EUA, França, Inglaterra, Itália, Canadá, Qatar etc (40 países macomunados na Otan) a Líbia tinha o IDH (índice que mede a qualidade de vida do povo) mais alto da África, mais alto que a Rússia, Brasil e Arábia Saudita.
A eletricidade era gratuita para todos. A casa era considerada um “direito da humanidade”, e todos recebiam casas ou apartamentos gratuitos, fornecidos pelo governo da Jamahiriya Líbia (poder popular). Os recém casados recebiam do governo um valor aproximado a 50 mil dólares para comprar uma casa ou apartamento. Todos os empréstimos em bancos estatais cobravam 0% de juros.
Kadafi prometeu que todos teriam uma casa antes que sua própria mãe a tivesse.
Antes de Kadafi, somente 5% do povo líbio sabia ler e escrever. Com Kadafi a educação era gratuita, do maternal à universidade, milhares de estudantes líbios estudavam no exterior financiados pelo governo, e o nível de alfabetização ultrapassa 83%.
A assistência médica, hospitais e remédios eram todos gratuitos. Ao comprar um veículo, o governo líbio oferecia 50% do valor como contribuição ao comprador. O preço do galão de gasolina na Líbia era de 14 centavos de dólar. Qualquer líbio que quisesse ser agricultor recebia do governo terra, animais, sementes, adubos, equipamentos agrícolas.
No dia 1 de julho, quase 2 milhões de líbios marcharam na Praça Verde para protestar contra os ataques terroristas da Otan, ou seja, 95% da população de Trípoli saiu às ruas para repudiar a Otan e apoiar Kadafi, mas isto a mídia ocidental mercenária não divulgou. O país conta com apenas 6 milhões de habitantes.
O Banco Central da Líbia poertence ao povo da Líbia, e não ao Banco Rotchild (que comanda o FED norte-americano). A moeda líbia não tinha dívidas, tinha lastro em ouro, e o país não fazia parte do FMI.
Quando Kadafi decidiu recusar o dólar como moeda nas transações de petróleo (exatamente como Sadam Hussein fez antes do Iraque ser invadido), o presidente Sarkozy declarou à imprensa mundial que a decisão era uma grande perigo para as finanças mundiais. Sarkozy temia que este passo teria consequências de longo alcance para os bancos franceses que de qualquer forma já estavam com perturbações e que não sobreviveriam à retirada dos milhares de milhões do petróleo líbio. E se bancos franceses entrassem em colapso, a França não seria capaz de participar mais nos Fundos de Resgate Europeus, os quais também fracassariam. Haveria uma cadeia de reações que poriam em perigo a continuação do euro e toda a zona euro.
O primeiro ato dos rebeldes líbios foi criar um Banco Central de propriedade dos banqueiros Rothchild, cujos proprietários, uma família de judeus sionistas, é metade de metade da riqueza no mundo.
Kadafi não vendeu o seu povo e o seu país ao banco Rothchild, como fez Obama nos EUA, Sarkozy na França, Cameron na Inglaterra.
Os bancos são as verdadeiras sanguessugas do mundo: não produzem nada e ficam com a maior parte dos lucros na indústria e na agricultura.
Sem a tirania dos bancos, liderados pelos Rothchilds, os países teriam mais riquezas e haveria menos fome, miséria e violência no mundo.
O novo aeroporto de Trípoli que estava sendo construído pela brasileira construtora Odebrecht seria o maior e mais moderno aeroporto do mundo. Nos últimos anos, a construção civil na Líbia deu um salto estratosférico e o país registrou crescimento de anual de 12%, mas a mídia ocidental não estava interessada em divulgar.
A Líbia apoiava com médicos, remédios e dentistas diversos países africanos. O país fundou a União dos Países Africanos, uma entidade que foi perseguida pelos governos imperialistas do ocidente desde a sua fundação. Presidentes foram subornados para não participar da União Africana, mas com a tenacidade e perseverança de Kadafi, a entidade foi criada e hoje é o elo de ligação entre todos os povos e nações da África.
Mais de 60.000 líbios foram assassinados pelos bombardeios da Otan e ataques de rebeldes e mercenários, com o único objetivo de roubar as riquezas do país, através de um governo fantoche dos imperialistas e sionistas.
Kadafi escreveu o Livro Verde – A Terceira Teoria Universal, denunciando a “democracia” como algo falso e ditatorial. Na democracia como a conhecemos, o povo elege substitutos, mas não há substitutos para o poder popular. Ao eleger pelo voto, o e eleitor está dando uma “carta branca” para políticos corruptos que formam verdadeiras quadrilhas de assaltantes em todos as esferas de poder.
Não podemos nos calar quando uma união criminosa de governantes corruptos assassinam uma nação inteira, a Líbia, um país próspero que praticava justiça na forma de governo.
A imprensa ocidental, que não passa de comércio vil, continua sua escalada de mentiras contra a Líbia e contra Kadafi, cuja morte revelou a verdadeira face do “novo” governo.
Na continuidade das mentiras diárias publicadas pela mídia ocidental, temos a “notícia” de que Kadafi teria enviado mais de 200 bilhões de dólares para o exterior. A manchete em todos os jornais induz a leitor a crer que o dinheiro foi roubado do povo líbio e depositado em contas particulares de Kadafi e seus filhos. Mas a mentira não se sustenta nem mesmo em poucas linhas. Citando o jornal New York Times, um comentarista afirma que o governo norte-americano está surpreso com o volume de dinheiro depositado no exterior por Kadafi, e na Europa o valor superava 30 bilhões de euros.
Este montante fabuloso de dinheiro – devidamente congelado pelos países que atacaram a Líbia – está em nome de quem? As contas estão em nome de quem? De Kadafi e de seus filhos? Não. Estão em nome do Banco Central da Líbia, Autoridade de Investimento da Líbia, Banco Líbio de Negócios Estrangeiros, Corporação de Petróleo Líbio e Pasta de Investimentos da Líbia (a fonte é o próprio NYT). Portanto, o dinheiro é – e sempre foi – do povo líbio, e deveria ser devolvido a ele. Não é dinheiro roubado pela família Kadafi, como tentam fazer crer algumas autoridades canalhas que cantam vitória na Líbia, mas é dinheiro honesto, honrado, legítimo, roubado do povo líbio pelos governos estrangeiros que prometem liberar os valores depositados à conta-gotas, desde que o “novo” governo obedeça fielmente as ordens dos Rothchilds.

Publicadono site www.amarchaverde.blogspot.com

domingo, 16 de outubro de 2011

Por uma energia a preço justo!



"Você assinou para acabar com a CPMF , o imposto do cheque. Agora, precisamos novamente de seu apoio. Você pode, de novo, fazer a diferença,
basta assinar o manifesto no site para acabar com uma cobrança indevida em nossa conta de luz: www.energiaaprecojusto.com.br
Quer saber mais sobre o problema?
Todos os meses pagamos um valor adicional na conta de energia. É um dinheiro que serviu para pagar os investimentos nas usinas. O problema é que elas já estão pagas, há anos, mas continuam cobrando. Temos que acabar com isso!

A economia pode ser de 30 bilhões de reais por ano, o que daria para manter mais dois programas sociais do tamanho do Bolsa Família.

Seu apoio em 2007 foi fundamental. Juntos, acabamos com a cobrança da CPMF e até hoje, já economizamos 200 bilhões de reais.

Agora, temos mais um desafio com a conta de energia.


Participe e divulgue a campanha para seus amigos, colegas e familiares.

Contamos com você."

sábado, 15 de outubro de 2011

Nióbio

Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.


Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.
Estamos perdendo cerca de14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.

Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.
Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.
Cadê a OAB, o MFP, o Congresso Nacional ???
Os bandidos são mais honestos.



O nióbio apresenta numerosas aplicações. É usado em alguns aços inoxidáveis e em outras ligas de metais não ferrosos. Estas ligas devido à resistência são geralmente usadas para a fabricação de tubos transportadores de água e petróleo a longas distâncias.

* Usado em indústrias nucleares devido a sua baixa captura de nêutrons termais.
* Usado em soldas elétricas.
* Devido a sua coloração é utilizado, geralmente na forma de liga metálica, para a produção de jóias como, por exemplo, os piercings.
* Quantidades apreciáveis de nióbio são utilizados em superligas para fabricação de componentes de motores de jatos , subconjuntos de foguetes , ou seja, equipamentos que necessitem altas resistências a combustão. Pesquisas avançadas com este metal foram utilizados no programa Gemini.
* O nióbio está sendo avaliado como uma alternativa ao tântalo para a utilização em capacitores.

O nióbio se converte num supercondutor quando reduzido a temperaturas criogênicas. Na pressão atmosférica, tem a mais alta temperatura crítica entre os elementos supercondutores, 9,3 K. Além disso, é um dos três elementos supercondutores que são do tipo II ( os outros são o vanádio e o tecnécio ), significando que continuam sendo supercondutores quando submetidos a elevados campos magnéticos.

URGENTE!
Muitos que receberão este e-mail simplesmente dirão;"o que eu tenho a ver com Nióbio?"e esquecem de ver o LADO PODRE desta questão: gente do Governo envolvida com desvios desse mineral e "comendo por fora".
Gente graúda, lá da "cabeceira" do Governo federal e órgãos como a FUNAI. Leia e repasse, vamos tentar acabar com mais essa fonte de roubalheira.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

CARTA DE ABRAHAN LINCOLN AO PROFESSOR DO SEU FILHO

CARTA DE ABRAHAN LINCOLN AO PROFESSOR DO SEU FILHO:

“Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor.”

Abraham Lincoln, 1830

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Sem Band-Aid Na Ferida Ética do País


A Renovação do Brasil Deve Ser Profunda


Carlos Cardoso Aveline


A ausência de vitórias fáceis e de curto prazo na luta pela ética na política brasileira não deve ser fonte de frustração para os cidadãos conscientes. Ao contrário: o fato é uma boa demonstração de que não há fita adesiva ou band-aid sendo usados para disfarçar a profunda ferida ética do país.

Sabe-se que o parlamento está parcialmente corrompido devido ao tráfico de influências de setores influentes do poder executivo, em conluio com conglomerados financeiros.

O problema da falta de ética na administração pública não é recente, e é cultural.

Já na corte de Dom João VI no Brasil, entre 1808 e 1821, havia dois personagens que tinham um comportamento ético bastante comparável ao que temos visto no Brasil neste início de século 21. Eram Joaquim de Azevedo, responsável pelas compras de estoques da Casa Real, e Bento Targini, que comandava as finanças do Reino. Ambos alcançaram a nobreza e até foram nomeados viscondes enquanto roubavam o dinheiro público, e a população expressava seus sentimentos através destes versos:

Quem furta pouco é ladrão
Quem furta muito é barão
Quem mais furta e esconde
Passa de barão a visconde.

E ainda:

Furta Azevedo no Paço
Targini rouba no Erário
E o povo aflito carrega
Pesada cruz ao calvário. [1]


Na história do Brasil independente, foram poucos os governantes realmente éticos. A corrupção não é algo que se cura facilmente, porque é inseparável da ignorância espiritual e da injustiça social.

O despertar do Brasil deve ser despertar amplo e gradual, portanto, e ele já está ocorrendo. Só um país que respeita a si mesmo, que é verdadeiramente independente e tem um projeto histórico claro pode organizar-se em torno de princípios éticos sólidos.

Como cidadãos, façamos o que é possível, e deixemos que o tempo transcorra. Tudo tem sua hora e ninguém perde por esperar: nem os honestos, nem os ladrões.

Quanto à visão da filosofia esotérica em relação ao dever ético de quem ocupa posições de poder político, ela foi descrita de forma muito clara por um Mestre de Sabedoria dos Himalaias:

“Para nós um lustrador de botas honesto é tão bom quanto um rei honesto, e um varredor de ruas imoral é muito melhor e mais desculpável do que um imperador imoral.” [2]

Quanto maiores as oportunidades que uma pessoa tem, maior a sua responsabilidade cármica.

A justiça cármica parece tardar, às vezes; mas ela não falha, e suas aparentes demoras não ocorrem por acaso. Grandes saltos se preparam lentamente.





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