boo

terça-feira, 22 de março de 2011

Bons pensamentos


"Faltam-vos, muitas vezes, os meios materiais para fazerdes todo o
bem que gostaríeis de fazer? Isso não deve entristecer-vos. Ficai
a saber que não sois assim tão desprovidos de meios. Quando vos
cruzais com um mendigo na rua, dais-lhe algum dinheiro, porque
não podeis dar-lhe mais, mas podeis ajudá-lo de outra maneira,
usando o poder do pensamento. Parai um pouco mais adiante,
concentrai-vos e projectai em todas as pessoas que passam o vosso
desejo de fazer algo por aquele homem. O que não podeis dar,
outros o darão por vós e, assim, tereis participado nessa dádiva.
Não penseis que a vossa generosidade está limitada ao que podeis
fazer pessoalmente; ela também pode manifestar-se através de
outros. E isso é válido para todos os casos em que quereis ajudar
alguém mas não tendes possibilidades materiais para isso. O que
conta é alimentardes sempre em vós bons pensamentos, com
intensidade, para que eles inspirem noutros seres o desejo de os
realizar. "

Omraam Mikhaël Aïvanhov

segunda-feira, 21 de março de 2011

Líbia, Obama, Dilma e o exemplo de Tancredo


"Foi um ultraje, um abuso, um desrespeito total ao povo brasileiro o fato de Obama ter usado o território brasileiro, e mais precisamente as dependências do Palácio do Planalto, durante audiência com a Presidenta Dilma, para dar as ordens de ataque com mísseis à Líbia!
Não merece, em absoluto, o Prêmio Nobel da Paz, mas o da guerra!
Mas, o episódio, mais um para a coleção de atitudes desrespeitosas com o povo brasileiro que dirigentes dos EUA praticaram - a mais grave de todas o Golpe de 1964, organizado a partir da Casa Branca que o pop star não mencionou - nos faz reviver um outro episódio.
Eleito pelo Colégio Eleitoral, Tancredo Neves fez um giro por diversos países para comunicar a nova fase da política no Brasil a partir de 1985. O primeiro visitado foi os Estados Unidos. Recebido por Ronald Reagan, que na época sustentava criminosa agressão contra a Nicarágua por meio de sabotagens e de apoio a grupos terroristas chamados de “contras”, Tancredo ouve com paciência o presidente estadunidense discorrer sobre América Latina e, praticamente, solicitar ou assediar apoio brasileiro contra a Nicarágua Sandinista, por ele chamada de “expansão comunista-terrorista na região”.

Mineirice e soberaniaReagan só mais tarde foi compreender qual é a manha dos mineiros. Aparentemente, pelo comportamento de Tancredo na reunião privada, Reagan foi iludido acreditando que o mineiro estaria acordo com os absurdos intervencionistas e criminosos que os EUA estavam lançando contra a Nicarágua. E por desdobramento, desrespeitando o povo brasileiro também convocando o Brasil para uma guerra contra um país irmão, a Pátria de Sandino.
Pois Tancredo deixou a Casa Branca sem dizer palavra e dirigiu-se ao Congresso. Aí sim estava a caixa de ressonância de que precisava. Ao ser sabatinado por senadores e deputados, em meio a indagações protocolares, genéricas e as imbecilizantes de sempre, sem que ninguém lhe perguntasse, Tancredo declara alto e bom som para surpresa de todos, inclusive de sua assessoria que sequer fora avisada: “o Brasil não vai admitir uma intervenção militar estrangeira na Nicarágua Sandinista!!!”
O embaixador norte-americano no Brasil, um afrodescendente, ficou pálido com o que ouviu, segundo relato do experimentado jornalista José Augusto Ribeiro, assessor de imprensa de Tancredo, que também só naquele instante tomava conhecimento da postura do presidente brasileiro recém-eleito em defesa da autodeterminação dos povos, e, concretamente, em defesa do direito da Nicarágua de escolher seu modelo político soberanamente, reconhecendo seu sagrado exercício de independência.

Fidel e TancredoImediatamente a declaração corajosa e soberana de Tancredo Neves, no Congresso dos EUA, minutos após ter se reunido com o presidente Ronald Reagan que lhe fez a proposta indecente, ecoava mundo afora pelas agências de notícias. Minutos depois um despacho das agências noticiosas chegava às mãos de Fidel Castro que estava à tribuna num Congresso Internacional Contra o Pagamento da Dívida Externa, em Havana, quando também havia acabado de advertir para o risco de uma intervenção militar norte-americana na Nicarágua. Fidel pára seu discurso, lê o telegrama com as declarações de Tancredo Neves e fulmina da tribuna: “invadir a Nicarágua é relativamente fácil, quero ver invadir o Brasil de Tancredo Neves!”
Sabe-se que quando Obama foi interrompido por seu secretário à mesa de reunião com Dilma, ele deu a ordem de ataque que pode levar à morte milhares de civis líbios e destruir tudo o que foi construído pelo processo de transformações da Líbia. E, ato contínuo, teria comunicado sua decisão à Presidenta Dilma, como a querer apoio ou adesão ao ataque. Dilma, segundo os relatos, teria recusado e declarado “o Brasil é um país pacífico e não concordamos que a ação militar vá produzir os efeitos esperados”. Não aderiu. Mas não declarou publicamente.

Desrespeito ao povo brasileiro
Teria sido importante que Dilma, a exemplo do também mineiro Tancredo Neves, ecoasse esta declaração em cadeia de tv e rádio, enquanto Obama estivesse em território brasileiro. Era uma maneira de reprovar publicamente a abusiva atitude de Obama de usar o território brasileiro, em visita oficial, para determinar um ataque mortal contra um país com o qual o Brasil tem relações normais, incluindo a participação de empresas, técnicos e produtos no processo de transformação que levou a Líbia a ter o mais elevado Índice de Desenvolvimento Humano da África.
Aliás, envolto em profundo simbolismo e em sintonia histórica com as declarações de Tancredo Neves está a recusa de Lula a comparecer ao almoço com Obama. Talvez esteja no gesto de Lula o que verdadeiramente Dilma e o Itamaraty queriam ou deviam dizer.
Sabemos que os primeiros mísseis lançados contra Trípoli destruíram um hospital e mataram 48 pessoas, inclusive crianças. As agências de notícias controladas pela indústria bélica e pelo poder petroleiro com sanguinária voracidade pelo óleo negro líbio continuam a mentir, agora dizendo que nenhum alvo civil foi atingido. Isto não está autorizado pela Resolução 1973 da ONU. É terrorismo pura e simplesmente! Por isso Brasil, Rússia, China, Índia e Alemanha abstiveram-se, provavelmente sabendo das extrapolações criminosas, - já preparadas há tempo - dos termos da Resolução para apoiar a contra-revolução. O precedente é gravíssimo e pode ser aplicado até mesmo contra o próprio Brasil ou qualquer país que tenha robustas riquezas energéticas. Com a quantidade de agentes de serviços de informação que atuam no Brasil disfarçados de ongueiros, conforme denunciam autoridades brasileiras, é o caso de atentar para o perigoso precedente aberto pela decisão da ONU.

Tancredo mandou fechar base militar dos EUA no BrasilNum dia em que até ministros de estado brasileiros foram bruscamente revistados por seguranças de Obama, o exemplo da sabedoria de Tancredo recobra atualidade e vitalidade. Foi também Tancredo que, como primeiro-ministro, mandou fechar uma Base Militar que os EUA tinham no arquipélago de Fernando Noronha. Porém, Tancredo não fez declarações, apenas consultou as forças armadas no último dia do prazo para a renovação do contrato para a permanência da instalação militar estadunidense, e, mandou publicar o decreto determinando a retirada do dispositivo estrangeiro no Diário Oficial. Com isso retirou o espaço e tempo de manobra dos vassalos sempre postos a defender os interesses da metrópole contra nosso próprio povo. Só no dia seguinte a opinião pública veio a saber do episódio, também relatado por José Augusto Ribeiro. Tancredo foi insistentemente indagado pelos jornalistas se iria normalizar as relações com Cuba, um modo de conflitá-lo com setores militares. Tancredo respondia com gargalhadas bem humoradas: “mandei fechar uma base militar dos EUA e ninguém nunca me perguntou nada sobre isto. Mas, agora, só querem saber de Cuba, Cuba, Cuba”
Se bem já não estamos mais na etapa em que um chanceler brasileiro chegava a agachar-se para retirar os sapatos em obediência a um guardinha de alfândega nos EUA, há sinais confusos sobre a necessária e imperativa continuidade, com mais consolidação e audácia, da política externa elaborada e praticada durante o governo Lula.
Seja porque todas as sanções ou ações militares delas decorrentes que os EUA arrancam no grito do Conselho de Segurança da ONU jamais deixaram de ser, de verdade, nada menos que agressões armadas contra povos e governos que têm posição de independência em relação à Casa Branca. As mais recentes destas sanções resultaram em destruição e morte na Yugoslávia, no Iraque, no Panamá, no Afeganistão e, agora, recém começada, na Líbia, prevendo-se a demolição de toda uma infra-estrutura que levou a Líbia a superar o atrasadíssimo regime monárquico e passar do tribalismo à construção de uma experiência socialista, ainda longe de ser alcançada.

Demolição do estado LíbioMas, é emblemático o fato de que os primeiros bombardeios lançados de porta-aviões dos EUA sobre Trípoli tenham demolido um hospital público, uma das conquistas deste processo de transformações, que também inclui um avançado sistema público de educação, canais de irrigação, indústria petroleira estatal, alvos que, demolidos, podem fazer o país recuar no tempo socio-economico. Aliás, está claro porque se levanta a bandeira da monarquia hoje por lá, com o apoio do Pentágono e da máquina macabra da OTAN.
Com toda certeza, o Brasil tem uma experiência histórica que nos anima a dizer que tem faltado mais protagonismo ao Itamaraty na crise Líbia, como indicamos em artigo anterior. Vale lembrar, por exemplo, que Vargas, intimado pelos EUA, recusou-se a colocar o Brasil na Guerra da Coréia. Em Angola, o Brasil apoiou o governo de Agostinho Neto, do MPLA, sendo o primeiro país a reconhecer a Independência da ex-colônia portuguesa.
A agressão à Líbia não passa de uma guerra de rapina do petróleo e numa ação para intimidar todo o processo de libertação política do mundo árabe, sempre cuidando de proteger os interesses dos EUA na região, como se vê na hipocrisia contida no apoio descarado de Hillary Clinton à invasão militar da Arábia Saudita ao Bahrein.
O Brasil construiu uma política externa que lhe rendeu prestígio e autoridade mundial. Não pode retroceder e aparecer associado ou até mesmo passivo diante de monstruosas maquinações midiáticas e bélicas para sustentar uma política neocolonialista, como agora neste criminoso ataque contra a Líbia.
Quando a Presidenta Dilma iniciou sua campanha eleitoral por Minas Gerais, exatamente com um gesto emblemático de depositar flores no túmulo de Tancredo Neves, saudamos a escolha da iniciativa. Com a esperança de que muitos dos ensinamentos deixados pelo estadista mineiro ajudem a iluminá-la nas horas mais difíceis. E a pronunciar o que o gesto de Lula afirmou.

Beto Almeida
Presidente da TV Cidade Livre "

O Brasil condena a intervenção militar internacional na Líbia


O Itamaraty divulgará ainda nesta segunda-feira, 21, uma nota pedindo o fim dos ataques da coalizão internacional contra a Líbia.
Os ataques começaram no sábado, um dia após o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovar uma zona de exlusão – e não um ataque - no país africano.
Horas depois de o presidente dos EUA, Barack Obama, deixar o Brasil rumo ao Chile, o governo brasileiro decidiu reforçar sua posição contrária à intervenção militar na forma que está sendo feita. Caças e outros aviões de guerra de exércitos estrangeiros estão atacando bairros residenciais, hospitais, escolas e universidades, viadutos e estradas líbias.
O texto da nota, debatido diretamente entre o chanceler Antonio Patriota e a presidente Dilma Rousseff, apontará que, como o Brasil previu na votação do Conselho de Segurança da ONU, os ataques estão tendo o efeito contrário e aumentando o número de mortes no País.
Na votação da sexta-feira, Brasil, Rússia, Índia, China e Alemanha se abstiveram de votar a favor da imposição da resolução que previa a imposição de uma zona de exclusão aérea na Líbia. Os outros dez membros do Conselho de Segurança - EUA, França, Reino Unido, Líbano, Bósnia, Nigéria, Gabão, Portugal, África do Sul e Colômbia - aprovaram o texto. A soma da população dos países que aprovaram a criação da zona de exclusão é 20% da população dos países que condenaram o ataque norte-americano e francês.
O tom brasileiro deve seguir as reclamações feitas pela Liga Árabe, que, embora tenha apoiado a zona de exclusão inicialmente, alegou que houve excessos nas ações que causaram mais danos aos civis. Desde as negociações para a criação de uma zona de exclusão aérea o Brasil tem se alinhado às posições dos países árabes.
Os ataques da coalizão internacional - formada por EUA, França, Reino Unido, Itália, Canadá, Qatar, Noruega, Bélgica, Dinamarca e Espanha - começaram no sábado. O governo líbio declarou um cessar-fogo, mas a imprensa internacional está fazendo o jogo do Pentágono ao insistir na quebra do cessar-fogo por parte dos líbios, utilizando até mesmo cenas de combates da semana passada em Benghazi como se fossem atuais, para enganara opinião pública.

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Matéria publicada no site www.terceirateoria.blogspot.com

Cruzadas nunca mais


Movimento Democracia Direta - MDD - Brasil


COMUNICADO nº 001 do MDD – Brasil.

Repasse, para livre circulação.



Aos brasileiros e brasileiras.

Com o único objetivo de roubar o petróleo do povo líbio, como fizeram no IRAQUE, os EUA, a FRANÇA e a GRÃ BRETANHA num ato dos mais sanguinários da história da humanidade, derramaram dezenas de bombas em Trípoli, capital da Líbia, matando mais de duzentos (200) civis, inocentes crianças, mulheres e idosos que protestavam contra a invasão de seu país. O que faríamos da mesma forma caso o país que estivesse sendo invadido fosse o Brasil.

Assim como fizemos uma grande mobilização contra os bombardeios em GAZA, realizados por Israel contra o povo palestino no ano passado, acreditamos ser necessário nesse momento uma nova mobilização nacional e popular contra a guerra no Oriente Médio e especificamente contra os bombardeios a LÍBIA, onde morreram dezenas de inocentes.

A cada dia e noite os bombardeios aumentam e matam mais e mais inocentes. Essa matança tem que acabar. Não pode continuar. Os governos assassinos e terroristas dos EUA, da FRANÇA e da GRÃ BRETANHA e os responsáveis por esses assassinatos tem que pagar pelo que fizeram, o que estão fazendo e ainda pretendem fazer.È preciso um basta. È crime de lesa-humanidade. È fazer prevalecer o direito da força sobre a força do direito. Voltar a barbárie, á lei da selva, com o único objetivo de apossar-se dos recursos naturais da Líbia.

Assim, após o bombardeio da mídia mundial, com imagens adulteradas e noticias falsificadas, além de ser comprometida com o capital internacional e paga pelo complexo industrial militar norte americano e europeu, vem o bombardeio militar. A primeira mata a verdade, a segunda mata os seres humanos. Porque aos EUA, a FRANÇA e a GRÃ BRETANHA só interessa o petróleo e os lucros que suas empresas vão obter com a guerra.

Desta forma conclamamos ao povo brasileiro, tal como faz a população mundial, a protestar contra mais esse crime do imperialismo, indo às ruas, realizando manifestações e protestando da forma que melhor for possível, inclusive boicotando os produtos de consumo importados dos EUA, França e Grã Bretanha. Enviando mensagens á ONU e ás embaixadas desses países.

Sugerimos que em cada capital brasileira, se realizem manifestações populares, assim como debates nas universidades, escolas e sindicatos. Mostrando os crimes do imperialismo e a realização de Tribunais de Crimes de Guerra e pelos Direitos Humanos, onde devem ser levados desde terroristas como GEORGE BUSH, aos mais recentes como OBAMA, Hilary Clinton, Robert Gats, Sarkozy e Cameron onde é pedido em todo o mundo PRISÃO PERPETUA para esses assassinos.

Enquanto não parar a guerra vamos fixar, toda sexta feira, dia sagrado para os mulçumanos, como o dia mundial de protesto contra a GUERRA, contra os EUA, e contra todos os atos de terrorismo praticados pelas potencias militares e a OTAN – Organização Terrorista do Atlântico Norte. Criar uma rede internacional de informações e socializar estas com o objetivo de criamos um Movimento Internacional pela Paz Mundial onde possamos nos articular mundialmente contra o terrorismo da ONU, da OTAN e dos EUA e seus aliados.

Não á Guerra na LIBIA, no IRAQUE e no AFEGANISTÃO. Pelo fim da OTAN.

Por um Tribunal Internacional de Crimes de Guerra para julgar e condenar á prisão perpetua os criminosos e terroristas OBAMA, SARKOZY, CAMERON, Hilary Clinton e Robert Gats.

Comentários do uol

"A maior prova da mentira de que "os aliados" pretendem defender a população civil da Líbia é que são exatamente eles que jogam bombas sobre os civis, assim como fizeram no Iraque. O que eles querem é exclusivamente o petróleo da Líbia. Outra prova é que eles não fazem o mesmo para defender "as populações civis" dos países dos quais são amigos, como o Bahrein e Arábia Saudita. Por que lá, todo o petróleo já é deles. O cinismo desses aliados está acima dos limites, é invasão bárbara mesmo como no tempo das cruzadas, como disse o presidente da Rússia."


"os países não podem ser invadidos pela onu,isso é declarar guerra, a desculpa é a luta pela democracia ,eles são países mulçumanos nunca terão uma democracia ocidental para o ocidente isso é antidemocratico ,essa invasão é que é ditadora ,obrigar o país a aceitar um regime por força dos estados unidos e não da maioria da população libia por meios pacificos e não uma guerra onde viraram rebeldes e não maninfestantes."

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Sempre a Europa querendo ditar o que é melhor para os outros povo. Claro que com seus interesses mais sujos , como fez aqui na America Latina catequizando os indios "salvando suas almas " e levando sua riqueza. Um dia a casa vai cair, a se vai . Não tem império que perdura na tempo.

domingo, 20 de março de 2011

Movimentos de apoio à Líbia farão campanhas de solidariedade




Diante dos covardes ataques à Líbia por uma coalizão de criminosos liderada pelos governos dos EUA e França, diversos movimentos de solidariedade à Líbia iniciarão campanhas nesta semana em diversos países do mundo.
Na Espanha, França e Alemanha estão sendo preparadas passeatas e atos públicos.
Na América Latina teremos manifestações em cidades do Brasil,Venezuela e Argentina.
Segundo Richard Luna, coordenador do Movimento dos Apoiadores do Livro Verde na Venezuela, "as forças democráticas, socialistas e revolucionárias de todo o mundo precisam se levantar nesta hora para demonstrar apoio concreto e solidariedade efetiva aos nossos irmãos líbios".
Para José Gil, coordenador da Associação dos Apoiadores do Livro Verde no Brasil, "esta semana deve marcar o início de ações concretas, manifestações de solidariedade à Líbia e ao líder Muamar Kadafi. Devemos promover campanhas de boicotes a produtos norte-americanos, ingleses e franceses, como forma de retaliar as ações criminosas e terroristas da coalizão de países estrangeiros que estão atacando a Líbia para roubar petróleo".
Na Venezuela estão sendo realizadas reuniões com movimentos populares, sindicatos e associações profissionais para organizar atividades de solidariedade à Líbia.
No Brasil, o presidente da Sociedade Árabe Brasileira do Paraná, Moutih Ibrahim, declarou que "os árabes e seus descendentes devem sair às ruas para protestar contra esse crime cometido contra uma nação soberana, a Líbia".
Na cidade de Curitiba, capital do Estado do Paraná, os manifestantes estarão se reunindo diariamente na principal avenida da cidade a Rua XV de Novembro, para distribuir jornais à população, condenando agressão da coalizão à Líbia. Para o estudante Carlos Fernandes Maia, "estes ataques à Líbia são na verdade terrorismo de estados, cujos governos corruptos se alimentam de guerras de destruição e de dominação. Mas eles serão derrotados novamente, assim como o foram em 1986 quando atacaram a Líbia e sentiram a força esmagadora da Revolução Al Fateh".

Artigo publicado no site www.amarchaverde.blogspot.com

Iniciação


"A única filosofia verídica sobre o homem é a que tem em
consideração a totalidade do seu ser. Porquê mutilá-lo?... Ele
tem de ser robusto, maleável e resistente no plano físico; no
plano astral, é preciso que o seu coração seja pleno de amor e de
bondade; no plano mental, ele deve possuir um intelecto luminoso
e penetrante para compreender as leis do universo e da vida.
Mas isto não é tudo. Se as escolas e as universidades apontam
como ideal aos estudantes eles tornarem-se letrados, eruditos,
especialistas nesta ou naquela matéria, a Ciência Iniciática,
essa, não se fica por aí. O seu objectivo é levar os humanos
ainda mais alto, para que eles desenvolvam faculdades superiores
às do plano mental, as faculdades do corpo causal (o intelecto
superior), do corpo búdico (o coração superior) e do corpo átmico
(a vontade superior). Estas faculdades superiores é que nos darão
a sabedoria, o amor e o poder: a plenitude."

Omraam Mikhaël Aïvanhov

quarta-feira, 16 de março de 2011

Mundo invisível


"Acontece-vos muitas vezes viver sensações que não têm qualquer
relação com a realidade objectiva do momento. A qualquer hora do
dia, e no meio das piores dificuldades, podeis viver
interiormente o surgir da aurora, porque a vossa consciência
passa por uma região onde, efectivamente, o sol está a nascer e
vós recebeis os seus raios. Mas também acontece o contrário,
evidentemente.
Quanto mais souberdes observar-vos, melhor compreendereis os
diferentes fenómenos e acontecimentos da vossa vida psíquica, que
têm correspondência com os que ocorrem na natureza: as auroras e
os crepúsculos, o céu azul e as tempestades, o calor e o frio, as
claridades e os nevoeiros... É tão importante aprender também
esta meteorologia! Mesmo sem terdes consciência disso, viveis
interiormente num mundo feito de substâncias e materiais
imponderáveis, impalpáveis, mas bem reais. No dia em que
sentirdes a realidade deste mundo invisível, descobrir-vos-eis
numa dimensão nova."

Omraam Mikhaël Aïvanhov

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Bom para viver ruim para ganhar dinheiro


"Quando cheguei a Juiz de Fora na década de 1990, muitas pessoas nascidas nesta cidade declararam com pesar ou conformadas que aqui era “um lugar bom de morar e ruim para ganhar dinheiro”. Curiosa incoerência reconhecível de fato nas limitações dos postos de trabalho, dos salários e da capilaridade do giro do dinheiro, ao mesmo tempo em que se elogia a qualidade de vida da cidade. 20 anos depois, esta expressão ainda é frequente, apesar do crescimento da população e de certa expansão do comércio, acompanhados da instalação de algumas indústrias. Já Olhando para a produção da construção civil, diríamos que a cidade cresceu muito. No entanto, a cidade ainda padece daquele mal sobre o qual pouco se fala e muito se lamenta; há pouco trabalho e pouco dinheiro na praça.
De fato, nos últimos 20 anos a indústria e o comércio de imóveis da cidade ao mesmo tempo em que consolidaram a maior fonte da riqueza local, sobrevalorizou os imóveis a patamares que fazem inveja a cidades como Ribeirão Preto e Campinas, ou mesmo São Paulo e Rio de Janeiro. A maior parte desta riqueza imobiliária está evidentemente, como acontece também em Belo Horizonte, nas mãos de uma fração muito pequena da população, trata-se de uma espécie de classe social cujo traço característico é realmente a capacidade de renda auferida pela propriedade de imóveis. Esta espécie de classe social local e as suas adjacências financeiras têm permanecido no topo da pirâmide social mantendo uma dinâmica econômica pela qual a riqueza gerada pelos imóveis é reinvestida quase que exclusivamente em mais imóveis, ou seja, tirante as exceções de praxe, quem tem dinheiro proveniente de imóveis raramente investe em trabalho que não seja aquele de construir mais um imóvel.
Se de fato, uma cidade como Juiz de Fora vive sob o capitalismo, a impressão que se tem é que parte considerável de sua elite financeira não sabe e não quer saber o que significa economia de mercado. A acumulação de capital proveniente da renda de imóvel vem daqueles que pagam para morar e que pagam para trabalhar, se parte necessária deste dinheiro não retorna á “praça” na forma de investimento em trabalho, postos de trabalho, mais pessoas com capacidade de pagar por bens, inclusive, bens imóveis, então a economia local fica engessada. Não bastasse um descompasso enorme entre a riqueza gerada pelos imóveis e a demanda por investimento em trabalho (comércio, serviços e etc.), os instrumentos de revalorização dos imóveis operam especulativamente tornando mais difícil ainda as condições de vida e trabalho da maior parte da população que sem poder fazer outra coisa obedece às incoerentes regras do mercado local. O que se vê é que a média dos salários da cidade não consegue mais pagar pelos imóveis sem fazer um grande sacrifício (metade da renda; já não é tão bom assim “de morar”), ao mesmo tempo em que os imóveis destinados ao trabalho representam um custo fixo proibitivo a qualquer negócio. Em outras palavras: Quanto mais as classes trabalhadoras gastam com moradia, menos elas podem gastar no comércio, quanto menos gente estiver trabalhando, menor a capacidade de consumo que sustenta o mercado local.
Não há dúvida que potencialmente Juiz de Fora tem vocação para comércio e serviços, mas carrega dentro de si, por força de uma dinâmica histórica anacrônica a sua própria recusa em crescer como mercado, se permitindo cada vez mais contar apenas com a transitoriedade das populações flutuantes estudantis e de aposentados, sonegando a si mesma investimento para o longo prazo. "

Autor : Amigo do blog

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Discurso do publicitário Nizan Guanaes


"como paraninfo de uma turma de formandos em Administração de Empresas na Bahia.

Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, sou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos.

Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.

A propósito disso, lembro-me uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo. E ela responde: Eu também não, meu filho".

Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar em realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.

Meu segundo conselho: pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem, como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassú. Que era ficção, mas hoje é realidade, na pessoa de Geraldo Bulhões, Denilma e Rosângela, sua concubina.

Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito.

É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.

Tendo consciência de que, cada homem foi feito, para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia!

Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansear, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.

Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios.

O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.

Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. "

Nizan Guanaes

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

PSOL , é preciso acreditar

"Por DENISE MADUEÑO, estadao.com.br, Atualizado: 1/2/2011 16:17
Com PSOL, disputa pela presidência da Câmara chega a quatro candidatos
O PSOL decidiu lançar o deputado Chico Alencar (PSOL/RJ) na disputa pela presidência da Câmara, para se contrapor às candidaturas de Marco Maia (PT/RS) e de Sandro Mabel (PR/GO). 'Nossa proposta para a Câmara não é corporativista, não queremos construir prédio de gabinetes. Queremos aprovar o fim do trabalho escravo, o fim do voto secreto no parlamento. Queremos a destinação de 10% do Produto Interno Bruto para a educação e temos propostas de transparência e de ética para a Câmara', afirmou o líder do PSOL, deputado Ivan Valente (SP).
O partido decidiu lançar a candidatura de Alencar depois de não conseguir espaço na sessão convocada para a eleição da Mesa, onde pretendia defender suas propostas, pregando autonomia, soberania, transparência e ética para a Casa. Na reunião de líderes, que terminou na tarde de hoje, Valente pediu espaço para o partido expor suas posições em contraposição às promessas dos outros candidatos, mas não houve acordo. 'O partido vai demarcar uma proposta alternativa', disse.
O PSOL tem apenas três deputados e foi o único dos 22 partidos que não formou bloco parlamentar na Câmara. O PSOL foi também a única legenda que defendeu voto contrário ao aumento de 61,83% para os salários dos deputados, que elevou os vencimentos dos parlamentares de R$ 16.512 para R$ 26.723, aprovado em dezembro passado."

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O intelecto não é a inteligência


"O intelecto não é a inteligência e é preciso aprender a estabelecer a diferença entre os dois. O intelecto é um instrumento dado ao homem para ele se desembaraçar no plano material, para resolver os problemas da vida corrente, para estudar a natureza e tirar algumas conclusões desse estudo. Ao passo que a inteligência, no sentido iniciático do termo, é uma faculdade bem superior, situada acima dos planos astral e mental, ela tem a capacidade de dominar os sentimentos, os pensamentos e todas as manifestações da vida psíquica.
É essa inteligência que os Iniciados consideram a verdadeira inteligência: ela está ligada ao mundo da superconsciência, que é o mundo divino. Todos os seres que, trabalhando nesse sentido, aprenderam a dominar os seus pensamentos e os seus sentimentos, ligando-se às regiões superiores para fazer trocas com elas, foram capazes de realizações sublimes. Eles é que permitiram à humanidade progredir verdadeiramente."

Omraam Mikhaël Aïvanhov

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Rogério de Deus

Visite o Projeto
JF BAIRROS
de ROGÉRIO DE DEUS
Viagem ao Redor de Juiz de Fora em 150 Léguas
Pintura - Poesia - Fotografia - Vídeo

Local - Espaço Cultural Correios
Marechal Deodoro 470 Juiz de Fora - MG
Exposição Até 21 Janeiro
Visitas de Segunda à Sexta de 10 às 18 hs
Sábados de 10 às 14 hs
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Dia 14 de JANEIRO - Sexta - 16:00 hs / Tarde de Autógrafo.
. Lançamento do LIVRO JF BAIRROS
. Sorteio da Tela Av. Rio Branco 90X70 OST para os visitantes da Mostra.
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JF BAIRROS tem o Patrocínio dos Correios.